Eleitos administrarão o Clube pelos próximos três anos
Com 622 votos, a chapa “Iate do Futuro” foi eleita para administrar o Clube pelos próximos três anos. A eleição ocorreu na última quarta-feira, 14 de outubro. João Uchôa assumirá como novo Comodoro, Ruyter Borges e Luciana Alvarenga ocuparão os cargos de 1º vice-comodoro e 2ª vice-comodora.
Para o Conselho Deliberativo, responsável por representar os sócios e fiscalizar as contas do Clube, a chapa “Aliança pelo Iate” foi eleita com 607 votos.
Durante as nove horas de pleito, o Iate disponibilizou dez cabines de votação. Todo o processo foi fiscalizado pela Comissão Eleitoral e, segundo o presidente da comissão, Amauri Serralvo, a eleição transcorreu de forma tranquila. Ele destacou ainda que teve a sorte de ter na comissão “excelentes companheiros Iatistas” para cumprir aquilo que o Conselho Deliberativo esperava.
“Foi um trabalho que eu gostei muito, já é a sétima eleição que eu trabalho como membro da comissão eleitoral. A eleição ocorreu de forma muito harmônica, com uma confraternização da família Iatista que foi muito agradável de ver”, descreve. “O Clube precisa muito do Conselho e da Comodoria.”
Nas eleições passadas, Amauri explica que o Clube mantinha contato com o Tribunal Regional Eleitoral, que disponibilizava as urnas eletrônicas. Porém, este ano, foi feito um contrato com empresa especializada.
“Nós vivemos uma experiência nova. Foi a primeira vez que trabalhei com a empresa que cuidou do processo eleitoral e ressalto que foi feito um excelente trabalho”, pontua.
Amauri também deseja que os candidatos eleitos sejam “muito felizes” e desempenhem bem o mandato para o próximo triênio.
Oficialmente, a nova gestão começa em 15 de novembro, data em que será realizada a posse, a diplomação dos conselheiros eleitos e a votação dos membros da Mesa Diretora do Conselho Deliberativo.

Associados exercem direito ao voto
O Comodoro Luiz André Almeida Reis, o presidente do Conselho Deliberativo Edison Garcia, ex-comodoros – como Rudi Finger e Hely Walter Couto –, conselheiros e associados se apresentaram no Salão Social e votaram.
A sócia Ana Diniz, de 39 anos, vota desde os 20, quando o pai passou o título para ela. “Achei tudo bem organizado, cheguei, votei e não gastei nem três minutos”, conta. “Foi muito rápido.” Fabíola Bafutto também teve a mesma opinião: o processo foi “muito organizado e tranquilo”.
Já João Cunha também aprovou a dinâmica da votação, que considerou interativa. Para ele, um detalhe divertido foi a inclusão do som característico “pilili”, usado nas eleições gerais ao confirmar o voto.
Filho do fundador Antonio Augusto Barcellos da Cunha, João acredita que vir exercer a democracia no Clube que o pai ajudou a criar é natural. “Me vejo nessa obrigação de estar aqui sempre presente”, reforça.
Quem também sempre vem cumprir o dever democrático com o Clube é Fábio Rezende. Ele achou todo o processo organizado, mas esperava que houvesse pelo menos duas chapas para o Conselho Deliberativo.
“Quando existe oposição no Conselho, há mais condições de fiscalizar a gestão, o que fortalece a democracia”, opina.








